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Medicina Quântica: Restabelecer o equilíbrio energético

Em termos simples, a medicina quântica abraça uma série de conhecimentos ancestrais, nomeadamente os da medicina tradicional chinesa. Ao actuar através de uma tecnologia inovadora, transmite ao corpo frequências hertzianas. Estes impulsos, que quase não se sentem, activam determinados pontos – correspondentes a diversos órgãos – com o objectivo de restabelecer o equilíbrio energético.


Medicina Quântica: Restabelecer o equilíbrio energético

O que é Medicina Quântica

Para conhecer melhor a quântica, falámos com Sandra Rebelo, directora da SaluzQuantum, uma clínica cada vez mais procurada por gestores, quadros e desportistas à busca de mais saúde, bem-estar, e também de soluções para doenças crónicas e degenerativas. Embora seja difícil romper com paradigma actual, existe um número crescente de pessoas, entre as quais vários médicos, que procura e encontra benefícios esta recente terapia.

A medicina quântica é uma noção nova na ciência, baseada na utilização de propriedades especiais das frequências electromagnéticas (herzt). A sua designação resulta da investigação dos campos electromagnéticos: o objecto dafísica quântica e do termo “Quant” (porção mínima de frequência electromagnética). Esta medicina abrange um conjunto de conhecimentos e métodos que associam princípios físicos a sistemas naturais de tratamentomilenares. De acordo com Sandra Rebelo, “através de uma correcta frequência hertziana, o corpo humano consegue regenerar-se por meios energéticos naturais proporcionando, assim, um maior nível de bem-estar geral“.

O ponto de partida é de que cada doença, muito tempo antes de ser diagnosticada mediante a medicina convencional, tem origem no desequilíbriodas correntes de energia do corpo humano, ou seja, nos chamados meridianos enérgicos. Se esse sistema se altera, ocorrem mudanças morfológicas nacélula, facilitando o aparecimento de doenças. “Quando se cria novamente opotencial enérgico da célula, a ‘central eléctrica’ do ser humano está novamente em equilíbrio.”

 

Benefícios da Medicina Quântica

Segundo Sandra Rebelo, a medicina quântica tem mostrado resultados surpreendentes ao nível do tratamento de doenças crónicas e degenerativas. Será esse, porventura, o segredo da sua expansão actual. As soluções de saúde e bem-estar são vastas. “Pode variar entre uma simples terapia de combate ao stresse até ao acordar de um coma profundo, como já foi vivenciado na SaluzQuantum.”

Os resultados da aplicação da medicina quântica demonstraram “que a acção das radiações melhora a circulação do sangue, acelera os processos metabólicos, activa o processo regenerativo, estabiliza a membrana celular, normaliza arritmias cardíacas, activa a função oxidante do sangue, estimula ofluxo energético global, aumenta os níveis de hidratação e oxigenação e tem um efeito imuno-estabilizante no organismo“, afirma Sandra Rebelo.

Para esta especialista, “a terapia quântica também reduz o efeito secundário dos medicamentos e potencia tratamentos homeopáticos, fitoterapêuticos, ortomoleculares e de outras terapias naturais.

Os benefícios da terapia são sentidos graças à manipulação de energia. o SCIO aumenta o nível de energia nas zonas mais debilitadas equilibrando os níveis energéticos do corpo humano e proporcionam do maior bem-estar e qualidade de vida”.

Rui Moreira de Sá

http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/utentes/estetica_e_bem_estar/medicina_quantica_restabelecer_o_equilibrio_energetico

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Naturopatia

naturopatia ou medicina naturopata  é o ramo da medicina alternativa que se baseia nos poderes curativos da natureza, incluindo suas habilidades inerentes de cura. Os profissionais da naturopatia buscam identificar e tratar as causas subjacentes das doenças e tratar a pessoa como foco em métodos holísticos, realizando o tratamento do paciente como um todo (corpo, mente e espírito), sendo as terapias da naturopatia sendo prescritas de forma particular, de acordo com as condições específicas de saúde de cada paciente, levando em conta os atributos físicos, psicológicos e bioquímicos de cada pessoa.anvisa-regulamenta-uso-de-medicamentos-f

A medicina da naturopatia implica em associar da melhor forma uma grande variedade de modalides de cura natural, incluindo a terapia FAO, medicina ayurvédica, acupuntura, fitoterapia, medicina herbal chinesa, homeopatia, medicina ortomolecular, massoterapia, irrigação e limpeza do cólon (hidrocolonterapia) exercícios físicos, medicina da energia vital (Reiki, Frequencias de Luz, Eteriatria, Apometria…), aconselhamento nutricional (dietas personalizadas), aconselhamento psicológico, cromoterapia, iridologia, reflexologia, terapias intravenosas, aromaterapia e demais terapias curativas, incluindo a medicina convencional, indispensável na maioria dos casos.

Ainda pouco conhecida no Brasil, a naturopatia cada vez mais se expande para todas as partes do mundo, onde em alguns países, vários médicos naturopatas possuem formação em medicina convencional e medicina natural. Apesar da naturopatia normalmente ser um terapia “não invasiva”, muitos profissionais da saúde utilizam recursos da medicina tradicional e moderna, incluindo exames de sangue, radiografias e outras ferramentas tradicionais de diagnóstico, a fim de definir o melhor tratamento individual para o paciente. Ressalta-se que apesar de poder melhorar a condição ou até mesmo curar doenças comuns e crônicas, com redução dos riscos e efeitos colaterais adversos, a naturopatia enfatiza a prevenção de doenças e a conscientização do paciente em querer adotar hábitos de vida mais saudáveis.

A medicina naturopata tem como princípio o uso favorecido da “auto-cura” e da adoção de uma vida cotidiana com hábitos mais saudáveis. Alega que o corpo, sob determinadas condições mais favoráveis e saudáveis, consegue a restauração e cura de forma mais fácil. A abordagem holística da Naturopatia acredita que o corpo está conectado com a mente e uma alma sobrenatural sendo necessária a existência de harmonia entre corpo, mente e alma para atingir uma predisposição saudável.

Vários tratamentos de cura ou melhora dos sintomas de distúrbios e doenças crônicas, mentais, físicas e degenerativas são atualmente aplicados através da naturopatia, abrangendo artrite, enfisema, asma, síndrome do cólon irritável, eczema, depressão, ansiedade, câncer, alergias, condições severas de dores de cabeça e enxaquecas, dor de garganta, dores musculares, infecções nos ouvidos, distúrbios intestinais, distúrbios ginecológicos, gripes, resfriados, dentre outros.

A naturopatia foi fundada a partir dos princípios e filosofias de Hipócrates, ensinados em sua Escola de Medicina, por volta de 400 a.C, na Grécia antiga. A naturopatia moderna foi introduzida pelo Dr. Thomas Allinson, na Escócia, durante o final do século XIX, e pelo Dr. Benedict Lust, fundador da Escola Americana de Naturopatia. A naturopatia começou a ganhar popularidade no começo do século XX, sendo adotada por pessoas interessadas em mudar sua mentalidade, estilo de vida e hábitos alimentares.

Substâncias do chá verde e do vinho tinto podem barrar o Alzheime

Pesquisadores britânicos descobriram que extratos dessas bebidas interromperam um dos caminhos que desencadeiam o avanço da doença

chá verdeChá verde: A partir do extrato da bebida, pesquisadores conseguiram barrar, em testes de laboratório, um dos caminhos que levam ao Alzheimer (Thinkstock)

Substâncias presentes no chá verde e no vinho tinto têm o potencial de interromper um dos fatores responsáveis por desencadear a doença de Alzheimer, revelou um novo estudo da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha. A partir de testes feitos em laboratórios, os autores da pesquisa descobriram que a EGCG, uma enzima encontrada no chá, e o resveratrol, presente no vinho, impedem que a proteína beta-amiloide, associada à doença, se ligue às células nervosas do cérebro e provoque a morte delas. Esses achados foram publicados nesta terça-feira no periódico The Journal of Biological Chemistry.

Conheça a pesquisa

TÍTULO ORIGINAL: Prion protein-mediated toxicity of amyloid-β oligomers requires lipid rafts and the transmembrane LRP1

ONDE FOI DIVULGADA: periódico The Journal of Biological Chemistry

QUEM FEZ: Jo V. Rushworth, Heledd H. Griffiths, Nicole T. Watt and Nigel M. Hooper

INSTITUIÇÃO: Universidade de Leeds, Grã-Bretanha

RESULTADO: Uma enzima presente no chá verde (EGCG) e o resveratrol, composto encontrado no vinho tinto, são capazes de alterar a forma do aglomerado da proteína beta-amiloide, que é responsável por se ligar às células nervosas do cérebro, danificá-las e até matá-las, caracterizando a doença de Alzheimer. No entanto, deformados, esses aglomerados se tornam incapazes de se ligarem às células nervosas e, portanto, de prejudicá-las.

A doença de Alzheimer é caracterizada por uma acumulação anormal da proteína beta-amoloide no cérebro. Juntas, essas proteínas formam um aglomerado tóxico e pegajoso que se liga a proteínas presentes na superfície das células nervosas do cérebro, podendo prejudicar o funcionamento dessas células e até leva-las à morte. Nessa nova pesquisa, a equipe de especialistas investigou se o formato desses aglomerados — se em formato esférico preciso ou sem forma definida, por exemplo — interfere na capacidade de eles se encaixarem nas proteínas das células nervosas.

Estudos anteriores já haviam indicado que uma enzima encontrada no chá verde e o resveratrol, composto presente no vinho tinto, têm a capacidade de alterar a forma da beta-amiloide.

A partir desse dado, os cientistas formaram, em laboratório, aglomerados de beta-amiloide e juntaram essa substância a células cerebrais de humanos e de animais. Depois, a equipe adicionou extratos de vinho tinto e de chá verde em algumas dessas células. Segundo os autores, quando as substâncias dessas bebidas foram adicionadas às células, o formato do aglomerado de proteínas beta-amiloide de fato se alterou. Além disso, eles observaram que, com a forma distorcida, o grupo de beta-amoloide não foi capaz de se ligar às proteínas da superfície das células nervosas e, assim, não danificaram tais células.

“Esse é um passo importante para aumentar nossa compreensão sobre a causa e a progressão da doença de Alzheimer”, diz Nigel Hooper, coordenador do estudo. “Não devemos pensar no Alzheimer como parte natural do envelhecimento, mas sim como uma doença para a qual acreditamos que um dia haverá cura. E é por meio de novas pesquisas como essa que desenvolveremos medicamentos capazes de barrar a doença.”

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