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Flúor na água e seu mal

Durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de inocentes foram exterminados nos campos de concentração nazistas. Entre as várias técnicas de extermínio, as câmaras de gás envenenavam o ar e o destino dos corpos era os fornos (crematórios de guerra). Para controlar a agitação e rebeliões dos prisioneiros, os cientistas encontraram um método simples: descobriram que repetidas doses de flúor em quantidades muito pequenas afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas tornando-as submissas. Os comandantes dos campos alemães ordenaram a adição do produto químico na água.

No final da guerra, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que “quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, cientistas e militares alemães e russos trocaram informações. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque se adaptava perfeitamente aos seus planos”.

Opositores da fluoretação têm usado insistentemente a internet, divulgando denúncias como essa e pesquisas que condenam o método. Em Joinville, a Casan aplica o flúor na água como tratamento de saúde pública massificado para a prevenção da cárie dentária. Um dos maiores combatentes, o americano e doutor em química, Paul Connett, tem uma das mais abrangentes pesquisas sobre o tema disponível no sítio http://www.fluoridealert.org. Nas “50 razões para opor-se à fluoretação”, ele confirma: “O flúor é biologicamente ativo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogênio, que é o centro da estrutura e funções das proteínas e ácidos nucléicos. Assim, tem o potencial de provocar distúrbios no processo vital do organismo”.

Este artigo foi escrito por Revista Terceiro Milênio em 23 de maio de 2012 às 12:25, e está arquivado em Medicina Alternativa. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta.
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ONU lança alerta sobre impacto de produtos químicos na saúde

Componentes químicos artificiais presentes no nosso dia a dia podem ter um impacto significativo no sistema hormonal, favorecendo o desenvolvimento de doenças, de problemas de fertilidade e males congênitos, informa um estudo da ONU divulgado ontem.

O estudo diz que o número de químicos EDCs –substâncias com efeitos endocrinológicos, na sigla em inglês– aumentou “dramaticamente” entre 2000 e 2012, e muitos não são testados quanto a seus efeitos na saúde humana e na natureza.

Esses químicos incluem aditivos em embalagens, bens de consumo (eletrônicos, móveis, produtos de limpeza), produtos de cuidados pessoais (xampus, cremes, sabão) e farmacêuticos.

Divulgação
Mamadeiras e copos para crianças feitos de plástico
Mamadeiras e copos para crianças feitos de plástico

“Humanos estão expostos a EDCs por diversas formas, incluindo ingestão de comida, poeira, água e inalação”, aponta o relatório, feito em conjunto pela Organização Mundial da Saúde e a agência da ONU para o meio ambiente (Unep).

“Esses químicos vêm de fontes variadas, entram no meio ambiente durante a produção, o uso ou a eliminação de químicos e produtos e provocam diferentes [efeitos].”

O problema, diz o relatório, é que é ainda há poucos dados sobre como esses EDCs são produzidos e onde são colocados. Também faltam estudos detalhados sobre seus efeitos no sistema hormonal e sua relação com doenças específicas.

O que se acredita é que a exposição a muitos desses químicos pode estar ligada a casos de câncer de mama, tireoide e próstata, deformações em bebês, hiperatividade em crianças, diabetes, asma, obesidade, males de Alzheimer e Parkinson, derrames e queda de fertilidade.

Crianças podem entrar em contato com EDCs no ventre da mãe ou na infância, colocando coisas na boca.

PRODUTOS QUÍMICOS

Entre os produtos químicos que, segundo a ONU, podem alterar o sistema hormonal estão ftalatos (usados em plásticos maleáveis e na produção de brinquedos, perfumes e farmacêuticos, inclusive desodorantes); bisfenol A (também chamado BPA, substância usada para endurecer plásticos e encontrada em embalagens de bebidas e alimentos).

O relatório diz também que níveis relativamente altos de bifenil policlorado já foram encontrados em atuns coletados na costa do Brasil. O componente é um dos fatores de risco para câncer de mama.

Por enquanto, são poucos os países –EUA, Canadá e algumas nações europeias– que baniram o uso de alguns EDCs, especialmente em itens usados por crianças.

“No momento, apenas uma pequena parcela de químicos e poucos tipos de EDCs são medidos, fazendo deles a ponta do iceberg”, prossegue o estudo, agregando que muitos produtos não declaram esses aditivos químicos em suas embalagens.

da BBC Brasil

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1233679-onu-lanca-alerta-sobre-impacto-de-produtos-quimicos-na-saude.shtml

Estilo de Vida e Câncer

Quase a metade dos casos de câncer diagnosticados no Reino Unido a cada ano – mais de 130.000 no total – são causadas por escolhas de vida evitáveis, incluindo fumar, beber e comer as coisas erradas, revela uma revisão.

O tabaco é o maior culpado, causando 23% dos casos em homens e 15,6% em mulheres, diz o relatório do Cancer Research UK.

Em seguida, vem a falta de frutas frescas e legumes na dieta dos homens, enquanto para as mulheres é o excesso de peso.

O relatório é publicado no British Journal of Cancer.

Seus autores afirmam que é a análise mais abrangente até hoje sobre o assunto.

O autor Prof Max Parkin disse: “Muitas pessoas acreditam que o câncer ocorre devido ao destino ou que ‘está nos genes’ e que é algo aleatório de se acontecer.”

“Olhando para todas as evidências, é claro que cerca de 40% de todos os cânceres são causados por coisas que a maioria tem o poder de mudar.”

Para os homens, o melhor conselho parece ser: parar de fumar, comer mais frutas e vegetais e reduzir a quantidade de álcool que você bebe.

Para as mulheres, mais uma vez, as revisões dizem que o melhor conselho é parar de fumar, mas também observar o seu peso.

Prof Parkin disse: “Nós não esperávamos descobrir que comer fruta e legumes viria a ser tão importante para proteger os homens contra o câncer e entre as mulheres não esperávamos que estar acima do peso seria um fator de risco maior que o álcool”.

Fonte: BBC News

Poluição do Ar e Autismo

Poluição do ar

A poluição do ar é um fator ambiental que tem sido relacionado ao autismo por diversos estudos. Uma pesquisa de 2010, realizada na Califórnia, mostrou que crianças que viviam a menos de 300 metros de rodovias tinham o dobro de chance de desenvolver autismo do que aquelas que viviam mais longe.

Os mesmos pesquisadores publicaram um estudo em novembro de 2012, no periódico Archives of General Psychiatry, que aprofunda tais resultados. Participaram 279 crianças diagnosticadas com autismo e outras 245 que não apresentavam a doença. As mães informaram os endereços em que viveram durante a gestação e o primeiro ano da criança e os pesquisadores analisaram os níveis de poluição do ar em cada local. O resultado mostrou que as crianças que foram expostas aos maiores níveis de poluição causada por veículos tinham até três vezes mais chances de desenvolverem autismo.
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