Medicina Natural

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Arquivo mensal: fevereiro 2013

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Antidepressivos e Autismo

Uso de antidepressivos

O uso de antidepressivos durante a gravidez pode dobrar o risco do filho desenvolver autismo. Essa é a conclusão de um estudo realizado na Califórnia e publicado no periódico Archives of General Psychiatryem novembro de 2011, que envolveu 298 crianças com distúrbios do espectro do autismo (ASD, na sigla em inglês) e 1.507 crianças no grupo de controle. O uso de tais medicamentos foi relatado por 6,7% das mães de crianças autistas, contra 3,3% das mães no grupo de controle. Essa relação é considerada mais forte caso os medicamentos sejam utilizados no primeiro trimestre da gravidez.

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Iatrogenia

Iatrogenia refere-se a um estado de doençaefeitos adversos ou complicações causadas por ou resultantes do tratamento médico. Contudo, o termo deriva do grego iatros (médico, curandeiro) e genia (origem, causa),  pelo que pode aplicar-se tanto a efeitos bons ou maus.

Em farmacologia, o termo iatrogenia refere-se a doenças ou alterações patológicas criadas por efeitos laterais dos medicamentos. De um ponto de vista sociológico, a iatrogenia pode ser clínica, social ou cultural. Embora seja usada geralmente para se referir às consequências de ações danosas dos médicos, pode igualmente ser resultado das ações de outros profissionais não médicos, tais como psicólogosterapeutasenfermeirosdentistas, etc.

Fontes de iatrogenia

Há muitas fontes de iatrogenia:

Medicina Ayurvedica

Ayurveda é a antiga “Ciência da Vida” dos vedas, data de 5.000 anos e é o sistema de cura natural e tradicional da Índia  Trata-se do lado medicinal dos sistemas yogues , que incluíam a Yoga, o Vedanta, o Tantra, o Budismo. Hoje em dia, o Ayurveda destaca-se  na medicina da mente de do corpo.

O Ayurveda considera o corpo físico como uma cristalização de inclinações mentais profundamente arraigadas, trazidas de vidas anteriores. Explica a mente como o reflexo do corpo e o repositório das impressões a que  temos acesso por meio dos sentidos. Reconhece nosso verdadeiro Eu Superior e nossa natureza além do complexo da mente e do corpo, em que podemos transcender todas as dificuldades físicas e mentais. O Ayurveda compreende o corpo, a mente e o espírito numa única visão, e tem métodos específicos para trabalhar com cada um deles.

O Ayurveda  encara a alma do homem como ura percepção  ligada ao complexo da mente  e do corpo, mas sem se limitar a ele, de vez que esse complexo é o instrumento pelo qual se manifesta.

O próprio corpo é o organismo mental, um veículo de percepção projetada para conservar as funções dos sentido e para facilitar a experiencia por meio da mente. Qualquer  colapso na função corporal tem suas raízes no processo da percepção e é consequência do mau uso dos sentidos. A utilização excessiva, insatisfatória ou errônea dos sentidos resulta em a;ões equivocadas, que nos fazem sentir dor de vez em quando. A fim de entender de que modo nosso corpo funciona, devemos também ver como usamos nossa mente.

(Uma Visão Ayurvédica da Mente – Dr. David Frawley)

Poluição do Ar e Autismo

Poluição do ar

A poluição do ar é um fator ambiental que tem sido relacionado ao autismo por diversos estudos. Uma pesquisa de 2010, realizada na Califórnia, mostrou que crianças que viviam a menos de 300 metros de rodovias tinham o dobro de chance de desenvolver autismo do que aquelas que viviam mais longe.

Os mesmos pesquisadores publicaram um estudo em novembro de 2012, no periódico Archives of General Psychiatry, que aprofunda tais resultados. Participaram 279 crianças diagnosticadas com autismo e outras 245 que não apresentavam a doença. As mães informaram os endereços em que viveram durante a gestação e o primeiro ano da criança e os pesquisadores analisaram os níveis de poluição do ar em cada local. O resultado mostrou que as crianças que foram expostas aos maiores níveis de poluição causada por veículos tinham até três vezes mais chances de desenvolverem autismo.

Vegetarianos têm coração mais saudável, diz estudo

Pessoas que seguem uma dieta vegetariana apresentam menos doenças cardiovasculares e uma taxa de mortalidade menor do que quem come carne

Vegetarianos: Saúde cardiovascular dessas pessoas parece ser melhor do que a de quem comer carne, sugere estudoVegetarianos: Saúde cardiovascular dessas pessoas parece ser melhor do que a de quem comer carne, sugere estudo(Thinkstock)

Pessoas que seguem uma dieta vegetariana têm um coração mais saudável do que aquelas que comem carne e peixe. Segundo uma pesquisa britânica, esses indivíduos apresentam um risco menor de sofrer doenças cardíacas e também de serem hospitalizados ou morrerem em decorrência de um evento cardiovascular. O estudo, que estará presente na edição de março do periódico The American Journal of Clinical Nutrition, reforça trabalhos recentes que associaram o consumo de carne vermelha a uma maior taxa de mortalidade.

Para a autora desse estudo, Francesca Crowe, epidemiologista da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, grande parte dessa diferença se deve aos efeitos do colesterol e da pressão sanguínea, que geralmente são mais altos entre os consumidores de carne. “Nossas conclusões ressaltam a importância dos hábitos alimentares para a saúde do coração”, diz.

A pesquisa de Crowe comparou a saúde cardiovascular de vegetarianos e não vegetarianos — ao todo, o estudo avaliou quase 45.000 pessoas entre 50 e 70 anos de idade durante 12 anos. Ao longo desse tempo, os participantes responderam a questionários detalhados sobre sua saúde e seu estilo de vida.

Melhor saúde — Segundo os resultados, os vegetarianos, de maneira geral, têm pressão arterial e níveis de colesterol no sangue mais baixos do que as pessoas que comem carne. Eles também tendem a apresentar um índice de massa corporal (IMC) menor e um menor risco de diabetes. Além disso, após levarem em consideração fatores como idade, tabagismo, consumo de álcool e prática de atividade física, os pesquisadores concluíram que os vegetarianos têm uma chance 28% menor de desenvolver alguma doença cardiovascular e 32% mais baixa de hospitalização ou de morrer por condições do tipo. O risco de câncer, no entanto, é semelhante entre vegetarianos e não vegetarianos.

Leia também:
Consumir carne vermelha aumenta em até 20% os riscos de morte prematura
Alimentação saudável também protege o coração de quem já tem doença cardíaca

(Com agência France-Presse)

Revista Veja – 31/01/2013 – 10:50

Substâncias do chá verde e do vinho tinto podem barrar o Alzheime

Pesquisadores britânicos descobriram que extratos dessas bebidas interromperam um dos caminhos que desencadeiam o avanço da doença

chá verdeChá verde: A partir do extrato da bebida, pesquisadores conseguiram barrar, em testes de laboratório, um dos caminhos que levam ao Alzheimer (Thinkstock)

Substâncias presentes no chá verde e no vinho tinto têm o potencial de interromper um dos fatores responsáveis por desencadear a doença de Alzheimer, revelou um novo estudo da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha. A partir de testes feitos em laboratórios, os autores da pesquisa descobriram que a EGCG, uma enzima encontrada no chá, e o resveratrol, presente no vinho, impedem que a proteína beta-amiloide, associada à doença, se ligue às células nervosas do cérebro e provoque a morte delas. Esses achados foram publicados nesta terça-feira no periódico The Journal of Biological Chemistry.

Conheça a pesquisa

TÍTULO ORIGINAL: Prion protein-mediated toxicity of amyloid-β oligomers requires lipid rafts and the transmembrane LRP1

ONDE FOI DIVULGADA: periódico The Journal of Biological Chemistry

QUEM FEZ: Jo V. Rushworth, Heledd H. Griffiths, Nicole T. Watt and Nigel M. Hooper

INSTITUIÇÃO: Universidade de Leeds, Grã-Bretanha

RESULTADO: Uma enzima presente no chá verde (EGCG) e o resveratrol, composto encontrado no vinho tinto, são capazes de alterar a forma do aglomerado da proteína beta-amiloide, que é responsável por se ligar às células nervosas do cérebro, danificá-las e até matá-las, caracterizando a doença de Alzheimer. No entanto, deformados, esses aglomerados se tornam incapazes de se ligarem às células nervosas e, portanto, de prejudicá-las.

A doença de Alzheimer é caracterizada por uma acumulação anormal da proteína beta-amoloide no cérebro. Juntas, essas proteínas formam um aglomerado tóxico e pegajoso que se liga a proteínas presentes na superfície das células nervosas do cérebro, podendo prejudicar o funcionamento dessas células e até leva-las à morte. Nessa nova pesquisa, a equipe de especialistas investigou se o formato desses aglomerados — se em formato esférico preciso ou sem forma definida, por exemplo — interfere na capacidade de eles se encaixarem nas proteínas das células nervosas.

Estudos anteriores já haviam indicado que uma enzima encontrada no chá verde e o resveratrol, composto presente no vinho tinto, têm a capacidade de alterar a forma da beta-amiloide.

A partir desse dado, os cientistas formaram, em laboratório, aglomerados de beta-amiloide e juntaram essa substância a células cerebrais de humanos e de animais. Depois, a equipe adicionou extratos de vinho tinto e de chá verde em algumas dessas células. Segundo os autores, quando as substâncias dessas bebidas foram adicionadas às células, o formato do aglomerado de proteínas beta-amiloide de fato se alterou. Além disso, eles observaram que, com a forma distorcida, o grupo de beta-amoloide não foi capaz de se ligar às proteínas da superfície das células nervosas e, assim, não danificaram tais células.

“Esse é um passo importante para aumentar nossa compreensão sobre a causa e a progressão da doença de Alzheimer”, diz Nigel Hooper, coordenador do estudo. “Não devemos pensar no Alzheimer como parte natural do envelhecimento, mas sim como uma doença para a qual acreditamos que um dia haverá cura. E é por meio de novas pesquisas como essa que desenvolveremos medicamentos capazes de barrar a doença.”

Leia também: 

FLORAIS

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REMÉDIOS FLORAIS

Remédios florais, tal como a homeopatia, tem efeito sobre a energia vital da pessoa. São elaborados com flores, onde cada tipo tem uma vibração eletromagnética que causa efeitos específicos na pessoa. Cada flor corresponde a uma personalidade ou aspecto emocional. O estudo detalhado de cada flor nos dá um leque amplo de utilidades, que com seu uso isolado ou combinado podem ser utilizadas nas mais diversas situações.

Os florais foram desenvolvidos primeiramente pelo Dr. Bach, medico inglês  que percebeu a influencia dessas vibrações específicas. Mas, hoje são utilizadas inúmeras outras flores, encontradas em diferentes locais, como os florais de minas, florais do sul, florais californianos, etc.

É observado que o efeito se torna mais sensível conforme a proximidade da colheita da flor. Sendo assim, para nós os florais brasileiros tem um efeito mais intenso e rápido do que os ingleses ou americanos.

São medicações baratas, acessíveis, e sem efeito colateral, mas com comprovada eficiência.

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