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Psico-aromaterapia

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Aromaterapia Psicologica ou Psico-aromaterapia   e   os   profissionais óleos essenciais (OE)

como recursos para monitorar os estados emocionais, evocar memórias conscientes e

inconscientes, tratar distúrbios psicológicos, promover uma sensação de equilíbrio e bem

estar em função do acesso direto ao cérebro emocional (sistema límbico), atuando sobre o

sistema nervoso por  causa  de  seus  princípios  ativos  e  no tratamento de psicopatologias.

As  pesquisas  de  Richard  Axel  e Linda Buck, laureados com o Prêmio Nobel de Fisiologia e

Medicina de 2004, concluíram que o sistema olfativo está ligado a uma grande família de genes

(aproximadamente 1.000),  que  corresponde  a  3%  de  nosso genoma    e   que    são    especializados

em detectar um grande número de cheiros.

Ao    sentir     um    cheiro,     sinais elétricos são transmitidos do bulbo olfatório no nariz para uma área

do cérebro chamada sistema límbico, responsável pelo controle do equilíbrio fisiológico do corpo

(respiração,   batimento   cardíaco,   apetite,   sono, impulso sexual, sistema imunológico etc.

As  moléculas  aromáticas  chegam até  o  sistema  límbico  cerebral  ativando  a amígdala (sede das

emoções) e o hipocampo (sede das memórias antigas). Chegando ao hipotálamo, que participa do

controle comportamental,  os  neurônios  vão  transmitir sinais que nos fazem ter consciência do

aroma. Por esta rota, antes que possamos reconhecer o cheiro pelo nome, temos um processo de

reconhecimento do cheiro no nível do inconsciente emocional e da memória.

Os óleos essenciais circulam pela corrente sanguínea de forma semelhante aos 

neuropeptídios (moléculas de emoções produzidas pelo cérebro) e se encaixam em 

receptores celulares, agindo como catalizadores de mudanças dentro do metabolismo 

das células, representando uma influência externa sobre a rede de comunicação 

entre os sistemas endócrino, nervoso e imunológico. Os óleos essenciais representam 

o recurso ideal para o tratamento de distúrbios do corpo e da mente.

Em 1986, no Reino Unido, aconteceu a Primeira Conferência da Psicologia do  Perfume  reunindo

grandes pesquisadores. Steve Van Toller apresentou o trabalho: “Emoção e  o  cérebro”, utilizando

técnicas de registro da atividade elétrica cerebral, o eletroencefalograma (EEG), tendo  registrado

o aumento das atividades cerebrais nos hemisférios  direito  e  esquerdo  de  acordo com as

substâncias aromáticas usadas.

A maioria  dos  cheiros  foi  experimentada pela primeira vez na infância e adolescência e

associados a emoções significativas, que ficam registradas no cérebro. Cada vez  que  este  estímulo

olfativo  aparece,  se estabelece imediatamente uma relação com os eventos ou pessoas ligados

àquele cheiro, que pode ser agradável ou desagradável.

Partindo da visão de um ser humano integrado, onde o corpo, mente, alma e emoções  fazem

parte  do  mesmo todo,  nenhuma  doença  física  é  dissociada  de  uma causa emocional que a

gerou, aspecto este estudado hoje pela psicossomática. A análise desta causa emocional

associada à doença nos possibilita escolher e utilizar os óleos essenciais certos, associados

ou não a outras técnicas terapêuticas, que possibilitam acessar no inconsciente as lembranças

que levam ao entendimento e dissolução do problema.

Os óleos essenciais trazem consigo em  suas  moléculas  químicas,  informações quânticas

vivenciadas  e  aprendidas  pelas plantas na natureza, frequências energéticas e  cromáticas,

formas  fractálicas,  que  além de despertar memórias que estão presentes também no

inconsciente pessoal e coletivo, levam ao entendimento dos processos dolorosos  e  das

feridas  emocionais,  para  que possam ser liberadas e integradas ao nosso sistema  como

aprendizagem  e amadurecimento emocional e espiritual.

A psicoaromaterapia utiliza como base a escolha da personalidade aromática, que pode

ser definida como o principal OE a ser   usado   no   tratamento   ou   o   OE   que

corresponde ao maior número de sintomas apresentados na anamnese.

Por Telma Insuela – Jornal Informativo de Aromatologia Laszlo

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