Medicina Natural

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Arquivo mensal: fevereiro 2013

Naturopatia

naturopatia ou medicina naturopata  é o ramo da medicina alternativa que se baseia nos poderes curativos da natureza, incluindo suas habilidades inerentes de cura. Os profissionais da naturopatia buscam identificar e tratar as causas subjacentes das doenças e tratar a pessoa como foco em métodos holísticos, realizando o tratamento do paciente como um todo (corpo, mente e espírito), sendo as terapias da naturopatia sendo prescritas de forma particular, de acordo com as condições específicas de saúde de cada paciente, levando em conta os atributos físicos, psicológicos e bioquímicos de cada pessoa.anvisa-regulamenta-uso-de-medicamentos-f

A medicina da naturopatia implica em associar da melhor forma uma grande variedade de modalides de cura natural, incluindo a terapia FAO, medicina ayurvédica, acupuntura, fitoterapia, medicina herbal chinesa, homeopatia, medicina ortomolecular, massoterapia, irrigação e limpeza do cólon (hidrocolonterapia) exercícios físicos, medicina da energia vital (Reiki, Frequencias de Luz, Eteriatria, Apometria…), aconselhamento nutricional (dietas personalizadas), aconselhamento psicológico, cromoterapia, iridologia, reflexologia, terapias intravenosas, aromaterapia e demais terapias curativas, incluindo a medicina convencional, indispensável na maioria dos casos.

Ainda pouco conhecida no Brasil, a naturopatia cada vez mais se expande para todas as partes do mundo, onde em alguns países, vários médicos naturopatas possuem formação em medicina convencional e medicina natural. Apesar da naturopatia normalmente ser um terapia “não invasiva”, muitos profissionais da saúde utilizam recursos da medicina tradicional e moderna, incluindo exames de sangue, radiografias e outras ferramentas tradicionais de diagnóstico, a fim de definir o melhor tratamento individual para o paciente. Ressalta-se que apesar de poder melhorar a condição ou até mesmo curar doenças comuns e crônicas, com redução dos riscos e efeitos colaterais adversos, a naturopatia enfatiza a prevenção de doenças e a conscientização do paciente em querer adotar hábitos de vida mais saudáveis.

A medicina naturopata tem como princípio o uso favorecido da “auto-cura” e da adoção de uma vida cotidiana com hábitos mais saudáveis. Alega que o corpo, sob determinadas condições mais favoráveis e saudáveis, consegue a restauração e cura de forma mais fácil. A abordagem holística da Naturopatia acredita que o corpo está conectado com a mente e uma alma sobrenatural sendo necessária a existência de harmonia entre corpo, mente e alma para atingir uma predisposição saudável.

Vários tratamentos de cura ou melhora dos sintomas de distúrbios e doenças crônicas, mentais, físicas e degenerativas são atualmente aplicados através da naturopatia, abrangendo artrite, enfisema, asma, síndrome do cólon irritável, eczema, depressão, ansiedade, câncer, alergias, condições severas de dores de cabeça e enxaquecas, dor de garganta, dores musculares, infecções nos ouvidos, distúrbios intestinais, distúrbios ginecológicos, gripes, resfriados, dentre outros.

A naturopatia foi fundada a partir dos princípios e filosofias de Hipócrates, ensinados em sua Escola de Medicina, por volta de 400 a.C, na Grécia antiga. A naturopatia moderna foi introduzida pelo Dr. Thomas Allinson, na Escócia, durante o final do século XIX, e pelo Dr. Benedict Lust, fundador da Escola Americana de Naturopatia. A naturopatia começou a ganhar popularidade no começo do século XX, sendo adotada por pessoas interessadas em mudar sua mentalidade, estilo de vida e hábitos alimentares.

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Flúor na água e seu mal

Durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de inocentes foram exterminados nos campos de concentração nazistas. Entre as várias técnicas de extermínio, as câmaras de gás envenenavam o ar e o destino dos corpos era os fornos (crematórios de guerra). Para controlar a agitação e rebeliões dos prisioneiros, os cientistas encontraram um método simples: descobriram que repetidas doses de flúor em quantidades muito pequenas afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas tornando-as submissas. Os comandantes dos campos alemães ordenaram a adição do produto químico na água.

No final da guerra, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que “quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, cientistas e militares alemães e russos trocaram informações. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque se adaptava perfeitamente aos seus planos”.

Opositores da fluoretação têm usado insistentemente a internet, divulgando denúncias como essa e pesquisas que condenam o método. Em Joinville, a Casan aplica o flúor na água como tratamento de saúde pública massificado para a prevenção da cárie dentária. Um dos maiores combatentes, o americano e doutor em química, Paul Connett, tem uma das mais abrangentes pesquisas sobre o tema disponível no sítio http://www.fluoridealert.org. Nas “50 razões para opor-se à fluoretação”, ele confirma: “O flúor é biologicamente ativo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogênio, que é o centro da estrutura e funções das proteínas e ácidos nucléicos. Assim, tem o potencial de provocar distúrbios no processo vital do organismo”.

Este artigo foi escrito por Revista Terceiro Milênio em 23 de maio de 2012 às 12:25, e está arquivado em Medicina Alternativa. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta.

ONU lança alerta sobre impacto de produtos químicos na saúde

Componentes químicos artificiais presentes no nosso dia a dia podem ter um impacto significativo no sistema hormonal, favorecendo o desenvolvimento de doenças, de problemas de fertilidade e males congênitos, informa um estudo da ONU divulgado ontem.

O estudo diz que o número de químicos EDCs –substâncias com efeitos endocrinológicos, na sigla em inglês– aumentou “dramaticamente” entre 2000 e 2012, e muitos não são testados quanto a seus efeitos na saúde humana e na natureza.

Esses químicos incluem aditivos em embalagens, bens de consumo (eletrônicos, móveis, produtos de limpeza), produtos de cuidados pessoais (xampus, cremes, sabão) e farmacêuticos.

Divulgação
Mamadeiras e copos para crianças feitos de plástico
Mamadeiras e copos para crianças feitos de plástico

“Humanos estão expostos a EDCs por diversas formas, incluindo ingestão de comida, poeira, água e inalação”, aponta o relatório, feito em conjunto pela Organização Mundial da Saúde e a agência da ONU para o meio ambiente (Unep).

“Esses químicos vêm de fontes variadas, entram no meio ambiente durante a produção, o uso ou a eliminação de químicos e produtos e provocam diferentes [efeitos].”

O problema, diz o relatório, é que é ainda há poucos dados sobre como esses EDCs são produzidos e onde são colocados. Também faltam estudos detalhados sobre seus efeitos no sistema hormonal e sua relação com doenças específicas.

O que se acredita é que a exposição a muitos desses químicos pode estar ligada a casos de câncer de mama, tireoide e próstata, deformações em bebês, hiperatividade em crianças, diabetes, asma, obesidade, males de Alzheimer e Parkinson, derrames e queda de fertilidade.

Crianças podem entrar em contato com EDCs no ventre da mãe ou na infância, colocando coisas na boca.

PRODUTOS QUÍMICOS

Entre os produtos químicos que, segundo a ONU, podem alterar o sistema hormonal estão ftalatos (usados em plásticos maleáveis e na produção de brinquedos, perfumes e farmacêuticos, inclusive desodorantes); bisfenol A (também chamado BPA, substância usada para endurecer plásticos e encontrada em embalagens de bebidas e alimentos).

O relatório diz também que níveis relativamente altos de bifenil policlorado já foram encontrados em atuns coletados na costa do Brasil. O componente é um dos fatores de risco para câncer de mama.

Por enquanto, são poucos os países –EUA, Canadá e algumas nações europeias– que baniram o uso de alguns EDCs, especialmente em itens usados por crianças.

“No momento, apenas uma pequena parcela de químicos e poucos tipos de EDCs são medidos, fazendo deles a ponta do iceberg”, prossegue o estudo, agregando que muitos produtos não declaram esses aditivos químicos em suas embalagens.

da BBC Brasil

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1233679-onu-lanca-alerta-sobre-impacto-de-produtos-quimicos-na-saude.shtml

Ventosaterapia

A ventosa segundo a MTC tem a propriedade de limpar o sangue das toxinas acumuladas no organismo produzida pelos alimentos e outras fontes poluentes. A estagnação do sangue estagnado, escuro e sujo, nos músculos das costas ou das articulações é considerado pelas Medicinas Orientais como um dos elementos causadores de doenças. A ventosa é usada para o alívio de dores musculares, melhorar o sistema circulatório e até mesmo, para redução de celulite e gordura localizada, lombalgias, dor abdominal, hipertensão arterial e muitas outras patologias.

As ventosas podem ser utilizadas em associação com outras terapias reforçando a efectividade destas. Várias ventosas podem ser utilizadas para tratar desordens sobre uma área mais ampla, por exemplo, ao longo de um estiramento muscular ou dispostas em fileiras horizontais e verticais sobre um órgão doente tendo-se o cuidado de não se deixar as ventosas muito próximas umas das outras.

Massagem com VentosaPode-se utilizar a ventosa para produzir o “efeito massagem” que consiste em mover as ventosas sobre superfícies grandes e lisas do corpo, tais como as costas e as coxas, nestes casos são utilizadas ventosas de boca média a grande, e em primeiro lugar deve-se lubrificar a zona do corpo que se vai massajar. Esta massagem tem o efeito de remover a pele ressacada pela abertura dos poros e pela transpiração. Mecanicamente, aumenta o fluxo da linfa, reduzindo o edema, mantém a flexibilidade dos músculos, retira as adesões e as fibroses e mobiliza o funcionamento dos órgãos, descongestiona os bloqueios de energia, activa a circulação e o funcionamento geral do corpo.Image

Cinco principais ervas medicinais que ajudam na luta da gripe

 Usar medicamentos fitoterápicos para se defender de doenças é uma prática tradicional que

ainda vive hoje. Especialistas debatem sobre aeficácia dessas ervas na prevenção da gripe e

outros tipos de doenças por causa da falta de provas. Por outro lado, outros têm dúvidas sobre

a sua eficácia. O fato é que essas ervas possuem qualidades que ajudam o corpo a se tornar fo

rte o suficiente para lutar contra a doença.

É importante, no entanto, de consultar adequadamente com um profissional antes de tomar

qualquer destes medicamentos fitoterápicos.

Alho

Há certas características de alho que o tornam eficaz em aumentar as células brancas do

sangue,que é realmente a primeira defesa do corpo contra todos os tipos de infecção e doenças.

Tem sido realmente um estudo publicado sobre as capacidades de alho e foi incluído no Jornal da

Associação Nacional de Medicina . O estudo foi iniciado pelo Dr. Tariq Abdullah. De acordo com

o Dr. Abdullah, alho eficácia é comprovada no início da gripe. É tomado com mel e mastigado no

cravo. Esta forma de consumir o alho ajuda na absorção fácil. Os vapores de alho pode

fazer o seu caminho através dos seios durante a deglutição e pode ter benéfico para o trato

gastrointestinal.

Echinacea

Este é outro remédio popular de ervas. É bem conhecido por sua capacidade de melhorar o

sistema imunológico. Ele também tem propriedades que podem ajudar a aliviar a dor e

inflamação como por a Universidade de Maryland Medical Center . Por uma questão de facto, há

agora suplementos que vêm de Echinacea seco. Existem algumas precauções que devem ser

observadas, no entanto, com a tomada desta erva , especialmente para os indivíduos que estão

sob imuno-supressor medicação. Para evitar riscos e colher apenas os benefícios, o conselho

de um especialista precisa ser procurado.

Olmo

Esta erva também tem efeitos positivos para o sistema imunológico. Ele especificamente

trabalha para proteger qualquer tecido danificado.

Olmo também tem o objectivo de proteger o esôfago, estômago, intestino e garganta.

Sabugueiro

Este é outro medicamento herbal eficaz que funciona muito bem no tratamento de casos de

gripe, onde o trato respiratório é envolvidos.

Ele ajuda a aliviar dores musculares e dores de garganta e também funciona de forma efica

z na redução da febre. Sabugueiro tem sido

como um estimulante para o sistema imunológico e seu extrato deve ser tomada assim que

os primeiros sintomas da doença são sentidos.

Eucalipto

O eucalipto é bastante eficaz no tratamento da tosse. Ela também pode ajudar a aliviar os

sintomas comuns de gripe e resfriado. As folhas frescas de Eucalipto podem ser utilizadas

como um chá ou gargarejo para aliviar a dor no pescoço. Também pode ser aplicada como

uma pomada para o alívio. Há outras plantas medicinais considerados quanto à sua capacidade

para ajudar o corpo humano a combater doenças como a gripe.

Fontes para este artigo incluem:http://www.naturalnews.com/034851_flu_herbal_remedies

_cures.html http://www.umm.edu/

 

Learn more: http://www.naturalnews.com/.html#ixzz2LLcB3ybC

Psico-aromaterapia

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Aromaterapia Psicologica ou Psico-aromaterapia   e   os   profissionais óleos essenciais (OE)

como recursos para monitorar os estados emocionais, evocar memórias conscientes e

inconscientes, tratar distúrbios psicológicos, promover uma sensação de equilíbrio e bem

estar em função do acesso direto ao cérebro emocional (sistema límbico), atuando sobre o

sistema nervoso por  causa  de  seus  princípios  ativos  e  no tratamento de psicopatologias.

As  pesquisas  de  Richard  Axel  e Linda Buck, laureados com o Prêmio Nobel de Fisiologia e

Medicina de 2004, concluíram que o sistema olfativo está ligado a uma grande família de genes

(aproximadamente 1.000),  que  corresponde  a  3%  de  nosso genoma    e   que    são    especializados

em detectar um grande número de cheiros.

Ao    sentir     um    cheiro,     sinais elétricos são transmitidos do bulbo olfatório no nariz para uma área

do cérebro chamada sistema límbico, responsável pelo controle do equilíbrio fisiológico do corpo

(respiração,   batimento   cardíaco,   apetite,   sono, impulso sexual, sistema imunológico etc.

As  moléculas  aromáticas  chegam até  o  sistema  límbico  cerebral  ativando  a amígdala (sede das

emoções) e o hipocampo (sede das memórias antigas). Chegando ao hipotálamo, que participa do

controle comportamental,  os  neurônios  vão  transmitir sinais que nos fazem ter consciência do

aroma. Por esta rota, antes que possamos reconhecer o cheiro pelo nome, temos um processo de

reconhecimento do cheiro no nível do inconsciente emocional e da memória.

Os óleos essenciais circulam pela corrente sanguínea de forma semelhante aos 

neuropeptídios (moléculas de emoções produzidas pelo cérebro) e se encaixam em 

receptores celulares, agindo como catalizadores de mudanças dentro do metabolismo 

das células, representando uma influência externa sobre a rede de comunicação 

entre os sistemas endócrino, nervoso e imunológico. Os óleos essenciais representam 

o recurso ideal para o tratamento de distúrbios do corpo e da mente.

Em 1986, no Reino Unido, aconteceu a Primeira Conferência da Psicologia do  Perfume  reunindo

grandes pesquisadores. Steve Van Toller apresentou o trabalho: “Emoção e  o  cérebro”, utilizando

técnicas de registro da atividade elétrica cerebral, o eletroencefalograma (EEG), tendo  registrado

o aumento das atividades cerebrais nos hemisférios  direito  e  esquerdo  de  acordo com as

substâncias aromáticas usadas.

A maioria  dos  cheiros  foi  experimentada pela primeira vez na infância e adolescência e

associados a emoções significativas, que ficam registradas no cérebro. Cada vez  que  este  estímulo

olfativo  aparece,  se estabelece imediatamente uma relação com os eventos ou pessoas ligados

àquele cheiro, que pode ser agradável ou desagradável.

Partindo da visão de um ser humano integrado, onde o corpo, mente, alma e emoções  fazem

parte  do  mesmo todo,  nenhuma  doença  física  é  dissociada  de  uma causa emocional que a

gerou, aspecto este estudado hoje pela psicossomática. A análise desta causa emocional

associada à doença nos possibilita escolher e utilizar os óleos essenciais certos, associados

ou não a outras técnicas terapêuticas, que possibilitam acessar no inconsciente as lembranças

que levam ao entendimento e dissolução do problema.

Os óleos essenciais trazem consigo em  suas  moléculas  químicas,  informações quânticas

vivenciadas  e  aprendidas  pelas plantas na natureza, frequências energéticas e  cromáticas,

formas  fractálicas,  que  além de despertar memórias que estão presentes também no

inconsciente pessoal e coletivo, levam ao entendimento dos processos dolorosos  e  das

feridas  emocionais,  para  que possam ser liberadas e integradas ao nosso sistema  como

aprendizagem  e amadurecimento emocional e espiritual.

A psicoaromaterapia utiliza como base a escolha da personalidade aromática, que pode

ser definida como o principal OE a ser   usado   no   tratamento   ou   o   OE   que

corresponde ao maior número de sintomas apresentados na anamnese.

Por Telma Insuela – Jornal Informativo de Aromatologia Laszlo

Aromaterapia e tumores

por Anderson Moço

Um dos principais institutos de pesquisa em câncer dos Estados Unidos, o M.D. Anderson Cancer Center, que fica no Texas, começa a estudar a ação dos aromas no tratamento da doença. As primeiras descobertas mostraram que alguns óleos essenciais têm propriedades antimicrobianas e estimulam as defesas do corpo. Isso sem falar nos efeitos contra o estresse e a ansiedade, dois agravantes do mal. “As essências, claro, não promovem a cura, mas ajudam a controlar as crises de náusea causadas pela quimioterapia”, enfatiza a médica oncologista Cherie Perez, coordenadora do estudo.

http://saude.abril.com.br/edicoes/0278/medicina/conteudo_179981.shtmlImage

 

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